Agora no portal:

Tag Archives: QUE SINA É ESTA

N° 130 : “QUE SINA É ESTA?”

Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia
Domingo, 17 de Novembro de 2013

Pergunto preliminarmente: a cena que vou imediatamente descrever – você já passou por ela? Se passou, foi como autor (independentemente do grau ou intensidade) ou como vítima (idem)? Digamos: você está sentindo que pode ultrapassar um veículo, e começa a fazê-lo… Depois que começou, ele acelera, a ponto de te impedir de consumar o ato. Já viu isso? Já fez isso? Já sofreu esse incômodo? Um amigo meu, mais que mero amigo, vinha do sul da Bahia, com a esposa e uma filha dentro do carro – daqueles, de motor ‘um-ponto-zero’. Era o anoitecer de um dia da semana, e aproximou-se de uma carreta que descia uma das retas já no trecho mineiro da ‘Rio-Bahia’. Calculou, de acordo com a velocidade de ambos e potência do seu motor, e colocou, então, seu veículo na faixa da esquerda, para ultrapassar a carreta; mas, depois que começou a operação, notou que a carreta estava vazia… Como notou isto? Porque bastou iniciar a operação de ultrapassagem, e a carreta (isto é, seu ‘chauffeur’) conseguiu acelerar a ponto de praticamente se igualar ao carrinho, com seu ‘potente motor mil’… Então, meu amigo pisou no freio, fazendo sentido de voltar para trás da carreta (ela tinha perto de 20 metros de comprimento). No fazê-lo, o motorista ao lado fez o mesmo, ainda que percebendo que vinha um veículo em sentido contrário – e impediu meu amigo de retornar atrás com o tempo necessário. Meu amigo, em fração de segundos, se viu diante da hipótese de que o carreteiro estava de fato com intenção de fazer maldade; e não lhe restou alternativa, senão desviar-se para o acostamento da mão oposta. Ainda bem que havia acostamento… No entanto, o veículo que vinha em sentido contrário já se tinha aproximado suficientemente para o risco de colisão frontal; piorando a cena, ocorreu a ele, ao mesmo tempo, que deveria desviar-se igualmente para o ‘seu’ acostamento e, com esse dramático cenário, não houve como evitarem – os dois condutores – a colisão frontal. Graças a Deus, nenhuma vítima com alta seriedade, mas houve grandes danos, não só patrimoniais, ou físicos, mas também emocionais. Ah! Talvez você queira saber da carreta, ou do carreteiro, não é mesmo? Seguiu em frente, como se nada tivesse acontecido, sem nem ao menos parar para saber se houve alguma vítima fatal, ou alguma para socorrer.

Que sina é esta, que poderia fazer de um ser humano um agente tão nocivo ao seu próprio semelhante? Que sina é esta, que faz um ser humano sentir prazer na iminente tragédia alheia? Que sina é essa, como a que um conhecido meu relatou, sobre assalto sofrido por seu parente que, pelo simples esboço de uma reação que o assaltante reprovou, recebeu um tiro certeiro na coluna, e ficou paraplégico pelo resto da vida (e, estirado no chão, ainda teve o meliante por sobre a pilhar-lhe? Será a maldade, seja em maior ou menor grau, uma tendência normal do ser humano? Ou, estaria correto o filósofo franco-suísso Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), que afirmou – “O homem nasce bom; é a sociedade (o meio) quem o corrompe”?

Mais uma vez, torna-se inevitável recorrer ao Livro do Conhecimento Divino para resolver nosso dilema. Examinando-o, podemos certificar-nos, por um lado, de que, sendo criação divina, o homem traz em si o traço da Imago Dei (Imagem de Deus), mesmo depois de haver entrado o pecado no mundo. Por isto, mesmo não devotando sua submissão ao Criador, é capaz de muitas moralmente apreciáveis. “Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei” (Romanos 2.14, ARC). “Gentios” neste texto, equivale a todo homem não submisso a Deus. Esse traço de procedência divina na natureza humana provê um acervo residual de certa ‘retidão’ e ‘bondade’ no homem, por uma propriedade intrínseca de sua natureza.  “Eles mostram que o objeto da lei está gravado nos seus corações, dando-lhes testemunho a sua consciência, bem como os seus raciocínios, com os quais se acusam ou se escusam mutuamente”  (Romanos 2.15, BCF).

Por outro lado, esse mesmo Livro – a Bíblia – nos testemunha que, assim que entrou no mundo o pecado, todo ser humano descendente de Adão e Eva (e não há quem não o seja, quer creia, quer não) carrega a contaminação da maldade. “O Senhor olha dos céus para os filhos dos homens, para ver se há alguém que tenha entendimento, alguém que busque a Deus. Todos se desviaram, igualmente se corromperam; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer” (Salmo 14.2,3, NVI). Somente o Filho de Deus, gerado pelo Espírito Santo de Deus em Maria, escapou como exceção, pelo nascimento sem pecado. “…foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado ”  (Hebreus 4.15, ARA). E tem mais: mesmo que se crie em nós uma nova natureza, segundo Deus, pela transformação que só o evangelho genuíno pode proceder, remanesce um resquício daquela velha natureza, má, em todos nós. Remanesce, mas não para sempre: é só até vir o Dia vindouro da volta de Jesus, no qual dar-se-á a transformação definitiva dos filhos do Evangelho. Enquanto isso, a vida desses filhos do Evangelho é uma luta constante entre as tais duas naturezas: a velha, querendo impor a maldade com freqüência; e a nova, querendo vencer a velha todo dia. Por isto, o apóstolo afirmou: “Miserável homem eu que sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?” (Paulo, em Romanos 7.24, NVI). Lamentavelmente, há muitos de nós, conhecedores do evangelho que deixamos a ‘velha natureza’ vencer várias horas… Que luta! Que sina! O próprio autor destas toscas linhas não escapa desta luta diária. 

Não é de se admirar, portanto, que se encontrem entre os seres humanos exemplares que cheguem a ter algum prazer na maldade, na desdita alheia, no esbulho e no espólio de seus semelhantes. Há somente uma garantia segura de que essa ‘velha natureza’ venha a ser suplantada em definitivo. Mesmo que algum leitor fortuito aqui seja daqueles exemplares que, dia a dia, cuida em fazer o bem, o que a consciência honesta manda, não fica de fora do diagnóstico. Repito: há somente uma garantia de que essa ‘velha natureza’, com a qual todos nascemos de nossos pais (por melhores que tenham eles sido, ou por melhor que seja o legado que nos deixam/deixaram), e vale para qualquer um. A garantia, segura porém única, é que de fato haja a ‘nova natureza’. Mais que isso, essa ‘nova natureza’ precisa ser cultivada todos os dias com os valores e as virtudes de Deus, que aspira ver sua Imago Dei tinindo com seu reflexo.

Portanto, sede vós perfeitos, como perfeito é o vosso Pai Celeste” (Mateus 5.48, ARA). Para que essa ‘nova natureza’ exista em nós, Jesus Cristo é indispensável. Ele, e só ele, pode no-la proporcionar. E, para que ela sobrepuje a velha natureza peçonhenta, é imprescindível o revestimento das qualidades administradas unicamente pela Palavra de Deus. No último dia, quem estiver sob o abrigo da redenção de Jesus Cristo, terá um revestimento definitivo, cabal.

Jean-Jacques Rousseau foi um homem de volumosos conhecimentos, sem dúvidas. Foi hábil apologista da sobreexcelência da Razão. Mas, ele que me desculpe: entre ele e a Palavra de Deus, não tenho a mínima dúvida de quem está com a legítima razão. Não é o meio que corrompe o homem (mas, pode, sim, piorá-lo; ou então, maquiá-lo).  Qualquer ‘bondade’ natural que houver em qualquer ser humano valerá coisa nenhuma no dia do Juízo, se esse ser humano estiver desprovido de Cristo, e da ‘nova natureza’ que só Ele pode prover, para ser cultivada segundo a Sua Palavra.  Quanto ao meu amigo, sua esposa e sua filha, vítimas daquele carreteiro inescrupuloso, posso testificar que já são novas criaturas em Cristo. No último dia, serão revestidos da natureza celestial definitiva.  Você… também?…

A mensagem musical de hoje foi composta por um britânico de Gales que migrou para a América do Norte aos 24 anos de idade. É um hino presente em mais de 200 hinários, em vários idiomas.  Depois de instalar-se na América, por mais de dez anos teve vida dura, muito dura. Disse ele como o salmista – “quanto a mim, quase se me resvalaram os pés”. O poema é um retrato de como ele descreve o livramento que o Senhor deu à sua vida, quase à beira da perdição sem volta. Na letra original, há uma significativa confissão:

I was sinking deep in sin, far from the peaceful shore,
Very deeply stained within, sinking to rise no more,
But the Master of the sea, heard my despairing cry,
From the waters lifted me, now safe am I !

Traduzindo:

Estava eu afundando no pecado, longe da praia serena
Profundamente manchado por dentro, afundando para não mais me erguer
Mas o Mestre do mar ouviu meu clamor de desespero
Das águas me ergueu, e agora a salvo estou!

Ouça, com o nosso reprodutor online abaixo …

 

LOVE LIFTED ME (1912)
O Amor Me Ergueu
James Rowe (1865-1933)
Música de Howard E. Smith (1863-1918)

AudioPlayer online (controle de volume à direita)

Abraços, até próximo Domingo, se Deus quiser (Tg 4.15)
Ulisses

Notas das citações bíblicas:
ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil
ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil
ACRF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana
BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br
NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional

N° 129 : “DEUS? AQUI, NÃO!”

Ministérios EFRATA – O Bem & o Mal, a Cada Dia
Domingo, 10 de Novembro de 2013

Se vão falar de origens, do ponto de vista criacionista, que o façam numa igreja; é embaraçoso dar credibilidade a esse tipo de doutrina não científica”. Esta declaração sintetiza a reação de alguns professores da UNICAMP, SP, no recente mês de Outubro, à possibilidade iminente de instalações da universidade abrigarem um fórum de discussões sobre filosofia e ciência das origens. Com a reação, conseguiram que a direção acadêmica da universidade cancelasse o evento, que, mesmo não pertencendo ao programa oficial da instituição, anunciava apoio de organismos a ela ligados. Ainda que comportando palestrantes com credenciais científicas e também acadêmicas, essas credenciais foram desconsideradas, dando lugar à taxação dos mesmos meramente como ‘religiosos’ e ‘cristãos’.

Ok! Então é assim que deve ser? Ciência pertence aos domínios da universidade e dos ambientes de pesquisa científicos que ela apóia; não pertence à igreja. Se a ciência for dedicar-se à investigação das origens naturais e humanas, não poderá comportar a via criacionista, nem a premissa da divindade criadora, porque só se admite a possibilidade auto-genitora não divina da evolução. Por outro lado, se os que discordam da hipótese evolucionista, adotando a cosmovisão criacionista, quiserem suscitar uma discussão de caráter científico sobre a gênese do céu, da terra e das formas biológicas, terão que se contentar com igrejas; este é o lugar onde se prega doutrina religiosa… É assim que tem que ser? Tempos de “iluminismo” inquisitorial. Por este tipo de julgamento, a coisa fica mesmo parecendo exibição obscurantista: um estudioso de ciência chegar ao ponto de desafiar a possibilidade de surgimento autônomo do imenso conjunto de sistemas solares, do nosso em particular, de toda a harmonia do nosso planeta, dos seres que o povoam e, em particular, da espécie humana só pode ser coisa de religiosos – dizem. Por “surgimento autônomo”  deve-se entender o que é mais óbvio às palavras: tudo teria surgido por conta própria, ao acaso e sem fins pré-determinados. Desafiar essa “sorte grande” que a “loteria” da evolução ('ciência evolucionista') diz ter alcançado, ao ver-se tanto equilíbrio, tanta harmonia, tanta evidência de propósitos, parece ser a maior ofensa às mentes iluminadas da academia.

“Iluminadas”? Como assim? Que adianta um cérebro humano avançar tanto em seu conhecimento, se não reconhecer a Deus, como Criador, Mantenedor, Preservador e até Redentor dessa criação, fadada ao juízo divino iminente? “Mas os céus e a terra que agora existem são guardados pela mesma palavra divina e reservados para o fogo no dia do juízo e da perdição dos ímpios" (2 Pedro 3:7, BCF). No fim, quando comparecer perante Deus, para o Dia Final da Prestação de Contas, que lhe adiantará todo o conhecimento grangeado, se o verdadeiro alvo da ciência – Deus – ficar “de fora”? Como, por analogia, o Mestre questiona: “Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? (Marcos 8.36, ARC). De Darwin prá cá, gerações de discípulos têm-se transformado em novos mestres de novos discípulos, cultivando o orgulho nefando de equipá-los e habilitá-los, cada vez mais convencidamente, de que a Ciência não precisa de Deus. Ao contrário, pregam eles: se Deus for introduzido no mérito da discussão, estraga o meio; “O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são pensamentos vãos“ (I Coríntios 3.20, ARA). E é assim que eles se orgulham, também, de forjar a mentalidade de gerações após gerações de estudantes, que galgam seus ‘conhecimentos’ do nível primário ao mais elevado. Querem fazer do ambiente de estudos das ciências uma reserva de domínio. Como se dissessem – “Deus? Aqui, não!”. Cabe, para eles, a mesma pergunta que Deus dirigiu a Jó: “Quem é este que obscurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento?” (Jó 38.2, NVI).

Resguardadas as proporções do tempo, como é confortador lembrar que aquele culto mestre cristão, do primeiro século da presente era, chegou ao lugar da mais elevada cultura (e ciência) mundial de seu tempo, lugar onde a concepção panteísta rivalizava com a evolucionista (sim, já se ensinava evolução muito antes de Darwin!) e reivindicou-lhes o reconhecimento do Deus – Criador, Mantenedor e, especialmente, Redentor!

O Deus que fez o mundo e tudo o que nele existe, sendo ele Senhor do céu e da terra, não habita em santuários feitos por mãos humanas. Nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais; de um só fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação; para buscarem a Deus se, porventura, tateando, o possam achar, bem que não está longe de cada um de nós; pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dele também somos geração. Sendo, pois, geração de Deus, não devemos pensar que a divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra, trabalhados pela arte e imaginação do homem. Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam; porquanto estabeleceu um dia, no qual há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos”  (Atos 17.24-31, ARA)

Mentores do conhecimento contemporâneo, reivindicando a respeitabilidade de suas altas credenciais, decretam – “Deus? Aqui, não!”… Que tentem ficar em paz (ao menos consigo mesmos, porque, com Deus, não conseguirão)! De cá, do patamar mais inferior e insignificante de nossa ignorância e fragilidade, gostaríamos que alguém respondesse, com sinceridade e isenção: Que lugar, que espaço físico ou intelectual deste nosso estupendo universo, poderia, ufanisticamente, reivindicar poder para vetar a presença de Deus? Responde o grande educador e ex-primeiro-ministro holandês Abraão Kuyper: “Não há um só centímetro quadrado em todo o vasto domínio da existência humana no qual Cristo, que é soberano sobre todas as coisas, não possa reivindicar – este território é meu!”. Kuyper foi o idealizador da Universidade Livre de Amsterdam, que ocupa o 83° lugar no ranking mundial das melhores universidades, de acordo com o THE (Times Higher Education, 2013). Detalhe: a melhor brasileira está abaixo da colocação 250ª, e não é a UNICAMP. Não que isso as desmereça (no caso, USP e UNICAMP), nem desmereça suas qualificadas produções acadêmicas. Mas, é interessante notar que uma universidade que nasceu em 1877 sob o princípio de reconhecimento da cosmologia cristã não está situada em nível menos qualificado que as melhores brasileiras. Que nossos estudantes de todas as ciências, especialmente os que estão dentro do círculo das nossas influências, sigam a premissa de Kuyper, que é a mesma de tantos outros luminares da Ciência de todos os tempos, e que é a mesma da Palavra de Deus. Afinal, do ponto de vista de reconhecimento das Suas grandes obras e conhecimento das Suas grandes benesses redentivas, o único lugar onde, exclusivamente, pode-se dizer – “Deus? Aqui, não!” é o inferno!

Nosso hino de hoje se tornou um clássico cristão na voz de George Beverly Shea, durante as grandes campanhas de Billy Graham. O autor o compôs, inicialmente, na forma de um poema. Voltava ele para casa, vindo de sua igreja, numa cidade da Suécia, e admirava o belo entardecer. Eis que, de repente, muda o tempo, uma nuvem pesada surge, um raio corta o céu, trovões ribombam, e a chuva cai. De chuva, transforma-se em tempestade, que pouco depois passa, deixando ver o arco-íris no horizonte. Ao chegar em casa, de sua janela viu o momento pós-tempestade pelo reflexo da superfície da baía, que já se acalmava. Movido pelas palavras do Salmo 8, ele compõe a poesia que forma o hino, admirado da transição de eventos pela mão de Deus: calma da tarde, tempestade, arco-íris, de novo a calma da noite. “Ó Deus, quão grandioso és tu!”, exclamou ele…  

O STORE GOD (1885, How Great Thou Art, em inglês)
Quão Grande És Tu
Carl Gustav Boberg (1859-1940)

AudioPlayer online (controle de volume à direita)

Abraços, até próximo Domingo, se Deus quiser (Tg 4.15)
Ulisses

 

Notas das citações bíblicas:
ARA – Edição bíblica de Almeida, Revista e Atualizada, da Sociedade Bíblica do Brasil
ARC – Edição bíblica de Almeida, Revista e Corrigida, da Sociedade Bíblica do Brasil
ACRF – Edição bíblica de Almeida, Corrigida e Revisada Fiel, da Sociedade Bíblica Trinitariana
BCF – Bíblia Católica de Figueiredo, www.bibliacatolica.com.br
NVI – Nova Versão Internacional, da Sociedade Bíblica Internacional